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Por Ineide Rego: Olha eu aqui de volta.

01/08/2013

imagesDemorei tanto tempo, confusa sobre Valença e o Tempo. Talvez você ache estranho o comportamento ou, a minha explicação;  e eu não procuro justificar a minha ausência. É que são tantos os acontecimentos em Valença, que me pergunto: – Deus, que dias estamos vivendo!?

Num curto espaço; pudemos  observar que a droga corre solta pelas ruas da cidade e com ela,  suas consequências levam infelicidade aos lares. Certo que nos últimos dias tem havido uma tênue preocupação das autoridades policiais, medidas paliativas, apenas aparentam o importar do fazer algo, mas não resolvem.

A falta de respeito pelo o alheio, é hoje banalizada, pequenos e grandes furtos parecem brincadeiras. Só, que na verdade não tem nada de engraçado para quem é lesado. Enquanto isto, a grandeza “ta nem ai” acha que pode enganar a Lei, como engana os tolos, omitindo fatos, negando  gastos, falando exaltada, tudo na esperança ou quase certeza que, com o passar dos dias os casos se acomodam. Será! Diz o dito popular “que um dia é da caça e outro é do caçador”. Vamos aguardar justiça. Isto sem nos acomodarmos,  pois a banalização da vida há tempo tornou-se um caos. Podemos ver, pelo desmatamento sem controle, com a exportação de carradas de carvão, rios violentados morem com a poluição, energia elétrica tornou-se caso de polícia, sem falar na violência brutal que parece querer estacionar  sem pedir licença.

Brigas e desentendimentos quase em todos os cantos soam frequentes. A morte já não vem mais só naturalmente, chega a pauladas, facadas… O que era raro: estupros, tentativas de estrangulamentos,  hoje dá até medo sair de casa ou, nela ficar só. Confiar nas pessoas ficou difícil porque até a conhecida há tempos,  pode nos arrastar para uma cilada. Temos que ser vigilantes e bastante seletivos.

Alguns fatos às vezes,  até soam mal aos nossos ouvidos. Acostumados com o casal formado pela diferença de sexos, ao ouvirmos do cotidiano popular ou mídia policial a noticia da seguinte forma: “José estuprou o João.” Espere um pouco, antes de qualquer tentativa de deturpar o meu pensamento e colocar palavras na minha boca. Declaro que sou contra a discriminação, qualquer que seja. Respeito plenamente a opção sexual, filosofia de vida, credo religioso, ideal de trabalho das pessoas. A minha referencia,  é a estranheza de além do emprego da força bruta, ser um homem contra outro. O que veio tornar-se crime só após o advento de uma nova Lei. E tudo sem falar no festival de depreciação de pessoas que imaginamos civilizadas, contra as outras. Até nas redes sociais com acentuada constância estão “bombando” as ofensas pessoais, com discriminações políticas partidárias, invejas, insultos, perseguições, criticas, xingamento, faniquitos de todo natureza que expõem de maneira mortificante a nossa linda, pacata e amada Valença para o mundo.

Tudo bem, sei que estou no mundo, mas estou dizendo isto porque me incomoda testemunhar a tristeza destes tempos em nossa cidade.   Hoje com as facilidades da globalização, é fácil a comunicação;  um e-mail é pessoal sim,  mas não é difícil conseguir, com ele podemos mandar bonitinho o nosso recado,  até de forma coletiva. Ah! tem um problema: nem todo mundo vai ter acesso, assim os outros não irão ler o que eles escrevem, não vai ter graça e nem comentários…  Neste caso já vi que telefone, nem pensar, já era. Parece que bom mesmo agora, é o falatório aberto a todos na internet. Pensando como eles: que importa  o mundo!!!!!! É a corrente KKKKKKK.
Talvez você ache desconexo este comentário. E com razão, mas, posso dar-lhe uma desculpa: credite ao tempo macambúzio que estamos a viver.  Um abraço.

Ir.

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1 Comentário

  1. Mayara Ribeiro em 03/07/2013 às 06:41

    Faço suas as minhas palavras! A população tem que acorda! E intender que o crescimento poder negativo tambem…. #AcordaVALENÇA

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