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Radio é Coisa Séria.

29/12/2008

A palavra ética, muito usual nos dias atuais está se esvaindo e cedendo lugar a trasgos de baixarias, palavras de duplo sentido, procedimentos indignos, ou pérfidos, sórdidos e situações decorrentes de alguns radialistas que esqueceram que o rádio foi programado para educar e não deseducar.

Por incrível que pareça já se tornou banal alguns aproveitadores manipularem até sinal de televisão local para tentar ganhar dinheiro com isso. Mais o rádio deve ter uma linha de ação norteadora a todos os que têm compromisso com o microfone e com a verdade. Não só o repórter, redator, mas, principalmente o locutor, deve mensurar o que vai expor aos seus ouvintes. Tem aqui alguns que falam mal de algumas bandas, clubes e até de ostras emissoras, mais não tem nenhum trabalho social voltado ao povo e muito e muito menos um trabalho filantrópico.

O radialista, seja qual for o seu campo de atuação, tem o dever de cultivar a precisão, a clareza, a objetividade, a seriedade. O que menos se vê em alguns programas de rádio é a seriedade, e quando se reclama, eles afirmam que o povão gosta,

O radialista tem que ter plena noção de que milhares de ouvintes, nas áreas urbanas e rurais estão lhe ouvindo e que dependem da massa de informações que lhes proporciona o rádio e que tão profundamente influi na sua formação, para criar juízos próprios e, assim, assumir e manter cidadania (qualidade ou estado de cidadão). 

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