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Vacinação do vírus H1N1 deve começar esta semana no Piauí

11/04/2016
H1N1

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A gripe ocasionada pelo vírus H1N1 tem causado um sentimento de alerta em todo o país, pois até o dia 26 de março foram registrados 71 casos suspeitos de mortes no país. No Piauí, o número é de quatro mortes notificadas que estão sendo investigadas.

Devido a esse grande número, a vacinação que estava prevista para começar apenas no dia 30 desse mês foi antecipada em sete Estados e no Distrito Federal. O Piauí deve antecipar também para essa semana o começo da campanha de vacinação, inclusive em Teresina. A informação foi dada pela Gerente de Vigilância da Secretaria de Saúde, Miriane Araújo.

“O Piauí já recebeu na semana passada 24% do total de doses esperadas, ou seja, corresponde ao número de 190 mil, que serão distribuídas de acordo com os critérios epidemiológicos de casos. O município de Teresina já recebeu suas doses e já informou que deve antecipar a campanha, dando prioridade justamente para a orientação do Ministério da Saúde, que é para iniciar pelo grupo prioritário, no caso, os profissionais de saúde, por estar mais vulnerável ao vírus influente”, afirmou.

Segundo Miriane Araújo, os municípios receberão 45% da meta estabelecida ainda nessa semana. “Os municípios que já receberam e que vão receber ainda essa semana, podem antecipar sim a campanha, ficando a cargo de cada Secretaria de Saúde”, disse. A Sesapi aguarda o recebimento de mais doses, no período de 18 a 22 de abril, para que possa distribuir no restante das cidades.

É importante ressaltar que os sintomas característicos do H1N1 são febre alta, dor muscular, tosse seca, dor de garganta, entre outros. “Caso ocorra esses sintomas, a comunidade deve procurar as unidades de saúde para buscar o atendimento, o diagnóstico precoce, e assim evitar as devidas preocupações causadas pelo vírus H1N1”, finalizou.

Os grupos prioritários para receber a dose das vacinas são: crianças entre 6 meses e menores de 5 anos de idade, profissionais de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, trabalhadores do sistema prisional, detentos e pessoas com doenças crônicas.

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