Jornalista Mussoline Guedes homenageia Barra D´Alcântara pelos seus 31 anos de emancipação
Neste domingo, 26 de janeiro, a cidade de Barra D´Alcântara completa 31 anos de emancipação política e a cidade foi homenageada pelo Coordenador de Comunicação do Governo do Estado, Mussoline Guedes, que é barra d’alcantarense.
No texto, o jornalista destaca um pouco da história da cidade e de sua participação pessoal e de sua família no processo de independência do município, assim como dos deputados estaduais Xavier Neto e Nazareno Fonteles.
Veja o texto
Hoje comemoramos 31 anos de emancipação de nossa querida Barra D´Alcântara (PI). E festejar essa data é também uma homenagem a toda a população da cidade e àqueles que abriram caminho para sua independência.
Situada a 230 quilômetros ao sul de Teresina, na região Valenciana, Barra D’Alcântara foi criada por meio de lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado e sancionada pelo então governador Freitas Neto em 26 de janeiro de 1994. Outros 26 municípios foram criados pela mesma lei.
Uma bonita solenidade no Palácio Pirajá, na época sede do Governo do Piauí. Eu estava lá, acompanhando meu pai, Chico Guedes, e minha irmã Ivonete Guedes, então vereadora de Várzea Grande, de onde papai tinha sido prefeito entre 1977 e 82. Ivonete seria eleita dois anos depois a primeira prefeita do novo município com aproximadamente 90% dos votos válidos, e reeleita em 2000 – de novo com ampla maioria de votos.
O antigo povoado Barra foi desmembrado de Várzea Grande (mais uma pequena parte de Francinópolis e Novo Oriente), a partir de um movimento liderado por meu pai e outros políticos da região. Esse movimento resultou em projeto de lei assinado pelos então deputados estaduais Xavier Neto e Nazareno Fonteles, pai do governador Rafael Fonteles.
Posso dizer que tive participação nesse processo de independência – junto com José Augusto Carvalho, colega do curso de Comunicação Social na UFPI, fiz pesquisas e selecionei informações junto ao IBGE e à antiga Fundação Nacional de Saúde (FNS), que seriam essenciais para definir os limites do futuro município e fundamentar o projeto enviado e aprovado na Assembleia Legislativa.





