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O senador João Vicente quer buscar um vice no PT ou no PSB

08/02/2009

O senador João Vicente Claudino informou que o PTB vai buscar entendimento com todos os partidos da base para construir  uma candidatura própria em 2010. “O PTB quer um vice e o diálogo é o caminho para atingir esta meta. Em política quem diz que é impossível determinada coisa, é porque não utiliza do diálogo como prática corriqueira de sua atuação política. Sempre estamos prontos para o diálogo e para o entendimento”, afirmou o senador.

Segundo o senador o PTB saiu fortalecido das eleições municipais. Vamos trabalhar para o partido, que pleiteia nesta conjuntura do Estado, uma participação maior nas discussões do Estado. “O PTB tem nomes para disputar todos os cargos e vamos intensificar este ritmo de trabalho não visando apenas à disputa eleitoral, mas para que o trabalho seja bem visto e provoque resultados positivos no Estado do Piauí”, assinalou.

O PTB tem um planejamento estratégico para a sucessão.

No entanto, afirmou que não há dificuldades em trabalhar um nome do partido. Existe a unidade em torno de um nome. Acho que no momento em que se faz a reunião, que é esta minha preocupação, não para tratar apenas de quadro sucessório, mas vamos discutir o partido, ouvir as situações que hoje aparecerem nos municípios piauienses e participar da solução destes problemas. É assim que queremos nos reunir”, justificou.

João Vicente disse que não tem problemas para buscar alianças. “Não tenho problema de conversar com nenhum dos 35 partidos brasileiros. A política tem que exercitar o diálogo. Estou no Senado, uma casa consensual onde tem os diálogos mais acalorados, mas o sentimento é sempre de se buscar o entendimento. Na política temos que sempre buscar por isso”.

Alguns membros do PT alegam que o PTB do senador João Vicente está mais próximo da oposição do que da base. “Primeiro não entendo desta maneira. Não sei que instrumento se mede este distanciamento. Agora, nós temos uma atuação da mesma maneira. Não mudamos em nada. Continuamos trabalhando em prol do Piauí e em relação ao PT e aos outros partidos da base. Não podemos deixar de cumprir a palavra de entendimentos políticos, como foi o caso de Teresina. Não poderíamos voltar atrás de um entendimento firmado em 2004. Houve centenas de coligações diferentes em todo o Estado do Piauí. Acho que temos que avaliar sem ressentimentos ou outros tipos de sentimentos para termos a serenidade e antecipar qualquer quadro futuro”, finalizou o senador.

Fonte: Diario do Povo

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