Picoense Agrimar Rodrigues é eleito novo presidente do Tribunal de Justiça do Piauí
O desembargador Agrimar Rodrigues de Araújo foi eleito novo presidente do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ/PI) durante sessão por videoconferência na manhã desta quinta-feira (1º). Ele substitui o desembargador Aderson Nogueira. Agrimar Rodrigues terá mandado de dois anos.
Agrimar Rodrigues de Araújo é natural de Picos, ingressou no TJ em 20 de abril de 2023 pela vaga da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Ele é graduado em Direito e foi advogado militante por mais de 30 anos. Especialista em Direito Processual, foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PI) e também ocupou o cargo de presidente da Subseção de Picos e Conselheiro Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Piauí.
Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ/PI) elegem nesta quinta-feira (1º) o novo presidente da mais alta corte do judiciário piauiense. Os magistrados escolhem também o vice-presidente e corregedor, cargo de fiscalização dos juízes.
Em chapa consenso, a corte acordou lançar o nome do desembargador Agrimar Rodrigues de Araújo como novo presidente. A sessão por videoconferência acontece hoje, a partir das 10h. Agrimar Rodrigues vai substituir o atual presidente do Tribunal Aderson Nogueira.
Veja chapa:
Presidente
Agrimar Rodrigues de Araújo
Vice-Presidente
Dioclécio Sousa da Silva
Corregedor-Geral da Justiça:
Maria do Rosário de Fátima Martins Leite Dias
Aderson Antonio Brito Nogueira
Corregedor do Foro Extrajudicial
João Gabriel Furtado Baptista
Diretor(a)-Geral da Escola Judiciária
Lucicleide Pereira Belo
Vice-Diretor da Escola Judiciária
Manoel de Sousa Dourado
Na eleição 21 desembargadores têm direito ao voto, menos do desembargador José James, que está afastado do cargo.
O novo presidente tem mandado de dois anos.
Na escolha do novo Corregedor uma peculiaridade. Se a desembargadora Maria do Rosário de Fátima Martins Leite Dias não conseguir 11 votos, o desembargador Aderson Nogueira será o corregedor.
Maria de Fátima ingressou com pedido de providências no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para impedir que o desembargador Aderson concorresse. O CNJ decidiu que ele só concorre se Maria de Fátima não for eleita.
