Prefeito de Prata do Piauí é alvo de bloqueio de bens por suspeita de enriquecimento ilícito
A Justiça determinou a indisponibilidade de bens do prefeito de Prata do Piauí, Acelino Mendes de Moura, em uma ação civil de improbidade administrativa por suspeita de enriquecimento ilícito. A decisão proferida na manhã desta quinta-feira (27) pelo juiz José Sodré Ferreira Neto, da Comarca de Barro Duro, visa assegurar a futura recomposição de R$ 1.000.000,00 aos cofres públicos. O bloqueio atinge imóveis de luxo que, embora vinculados ao gestor, estariam registrados em nome de terceiros para ocultar uma evolução patrimonial considerada astronômica e incompatível com os rendimentos oficiais do cargo.
O Ministério Público do Piauí (MP-PI) aponta um abismo entre a realidade financeira declarada e o padrão de vida ostentado pelo prefeito. Em 2020, ao se candidatar, Acelino declarou à Justiça Eleitoral não possuir qualquer bem; em 2024, informou apenas cerca de R$ 40.000,00. No entanto, sua remuneração líquida média como prefeito é de apenas R$ 3.700,68. Ao longo de pouco mais de cinco anos de mandato, seus rendimentos totais somariam aproximadamente R$ 236.843,52, valor que o MP-PI considera insuficiente para justificar a aquisição de propriedades que, somadas, ultrapassam a marca de R$ 1.300.000,00.
A Justiça determinou a indisponibilidade de bens do prefeito de Prata do Piauí, Acelino Mendes de Moura, em uma ação civil de improbidade administrativa por suspeita de enriquecimento ilícito. A decisão proferida na manhã desta quinta-feira (27) pelo juiz José Sodré Ferreira Neto, da Comarca de Barro Duro, visa assegurar a futura recomposição de R$ 1.000.000,00 aos cofres públicos. O bloqueio atinge imóveis de luxo que, embora vinculados ao gestor, estariam registrados em nome de terceiros para ocultar uma evolução patrimonial considerada astronômica e incompatível com os rendimentos oficiais do cargo.
O Ministério Público do Piauí (MP-PI) aponta um abismo entre a realidade financeira declarada e o padrão de vida ostentado pelo prefeito. Em 2020, ao se candidatar, Acelino declarou à Justiça Eleitoral não possuir qualquer bem; em 2024, informou apenas cerca de R$ 40.000,00. No entanto, sua remuneração líquida média como prefeito é de apenas R$ 3.700,68. Ao longo de pouco mais de cinco anos de mandato, seus rendimentos totais somariam aproximadamente R$ 236.843,52, valor que o MP-PI considera insuficiente para justificar a aquisição de propriedades que, somadas, ultrapassam a marca de R$ 1.300.000,00.

Fonte GP1