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Engenheiros do Interpi reivindicam inclusão no PCCS da categoria.

10/09/2009

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Uma comitiva de profissionais de engenharia do Estado liderada pelo presidente do PMDB Sindical, Henrique Pires, estão encabeçando um movimento que pretende estender a todos da categoria, o indicativo de projeto de lei que pede a implantação de um piso salarial para os profissionais graduados em engenharia, arquitetura, agronomia e geologia do quadro de servidores do Estado do Piauí admitidos sob regime estatutário.

A comissão se dirigiu à Assembléia Legislativa para discutir a questão com o deputado Warton Santos (PMDB) que recentemente presidiu uma audiência pública, a pedido de Henrique Pires, com o intuito de debater o piso oferecido pelo Governo Estadual aos engenheiros, que atualmente apresenta o valor de R$ 844,00, enquanto a lei determina o pagamento de seis salários mínimos.

Na oportunidade a categoria explicou ao parlamentar que o indicativo de lei que beneficia os profissionais da área já foi aprovado e encaminhado ao governador Wellington Dias (PT), porém um quadro de profissionais de engenharia do Interpi- Instituto de Terras do Piauí, ficaram de fora do novo plano de cargos e salários.

“Procuramos o deputado Warton Santos para que ele possa propor ao governador do estado a inclusão desses profissionais do Interpi a esse plano de cargos e salários, que ao todo são setenta e dois”, explicou o presidente do PMDB Sindical.

Segundo Henrique Pires, que também exerce a profissão de engenheiro civil, a categoria deve ser mais valorizada, pois o país passa por uma fase que necessita de um profissional da área qualificado, devido ao grande número de grandes obras públicas como as que estão sendo executadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento- PAC e o programa Minha Casa Minha Vida.

“Pais de família que escolheram a engenharia como profissão, estão passando por uma situação vexatória no momento em que o país precisa desse profissional para executar os programas do Governo que visam o desenvolvimento e progresso da população”, argumentou Pires.

Henrique Pires acrescentou ainda que desde dezembro do ano passado o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura- CREA tenta uma audiência com o governador para discutir a respeito da a Lei nº 4.950-A.

Essa lei que dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia, Química, Arquitetura e Agronomia determina que o vencimento para a categoria seja de 6 salários mínimos para uma jornada de 6 horas e de 9 salários para uma jornada de 8 horas trabalhadas,

“Já tivemos uma audiência pública na Assembléia e se não houver nenhum pronunciamento do Poder Público para regularizá-la, vamos ter que tomar medidas como executar as obras a passos lentos, paralisação até chegar ao estopim, que seria a greve da classe”, finalizou Henrique Pires.

fonte:meionorte

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