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Festejo de Santa Luzia na Barrinha chegou ao fim. Fotos

13/12/2016

Uma procissão com a participação de dezenas de fieis encerrou nesta terça-feira, 13 de dezembro as celebrações em homenagem à Santa Luzia, padroeira da comunidade Barrinha em Valença.

A procissão teve inicio no bairro Campestre até a Igreja de Santa Luzia que estava lotada.

A celebração foi presidida pelo padre Antônio Carlos. Esse ano o festejo de Santa Luzia foi bem participativo e a expectativa é que ele cresça ainda mais no próximo. “Em 2017 vamos trabalhar mais ainda em prol do nosso festejo” destacou Salviano um dos incentivadores.

HISTÓRIA E VIDA DA SANTA LUZIA

Santa Luzia nasceu por volta do ano 280 d.C. em Siracusa na Itália, sendo filha de pais nobres. Perdeu o pai ainda bem pequena, foi criada pela mãe Eutichia e através desta conheceu o amor de Nosso Senhor Jesus Cristo e a verdade cristã. Decidia pela consagração fez votos perpétuos de castidade.

Eutichia começou a sofrer de grave enfermidade hemorrágica e Luzia sugeriu à mãe que visitassem o túmulo de Santa Ágata, muito venerada à época, na cidade de Catânia, por acreditar que obteriam o milagre da cura.

No local, Luzia pediu à mãe que suplicasse a intercessão da Santa junto a Jesus pelo milagre desejado. Santa Luzia teve então uma visão de Santa Ágata dizendo-lhe que ela mesma já tinha conseguido, com sua fé, a cura de Eutichia.

Imediatamente Luzia orou ao amor de Jesus e sua mãe estava livre da doença. Voltando a sua cidade doaram todos os seus bens e riquezas aos pobres.

Um jovem, enamorado de Luzia e com raiva pelos votos de dedicação ao cristianismo e um suposto acordo familiar de casamento desfeito, denunciou a santa às autoridades locais, que a mando dos romanos perseguiam e prendiam os seguidores de Cristo. Luzia foi presa e em não abdicando de sua fé e de seu amor a Jesus, foi condenada a morte.

Outra história conhecida é a de que teve seus lindos olhos retirados como terrível castigo, mas qual não foi a surpresa que no dia seguinte Luzia tinha novamente seus olhos intactos restituídos pelo amor de Deus, como se nunca os tivessem tirado.

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