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PRESENTE GREGO!

19/03/2009

 

 

 

Pessoas cuidam em espalhar na cidade, de forma organizada, que o grupo que fez oposição ao prefeito na eleição de outubro passado, estaria articulando junto ao governo a demissão do Dr. Jarbas Matias da direção do Hospital Eustáquio Portella. Por telefone conversei sobre os fatos com uma das lideranças oposicionistas que participou do processo eleitoral, o contador Geovanne Vieira e pessoalmente aqui em Teresina com o Rubens Alencar. O líder petista Geovanne por telefone resumiu o boato nas seguintes expressões: “o Dr. Jarbas além de ser amigo do governador, um dos primeiros políticos do Estado a manifestar apoio desde a primeira eleição de Wellington, foi um consenso entre os partidos de apoio ao governo para dirigir o Hospital Regional. O Dr. Jarbas recebeu aprovação de todas as lideranças consultadas, inclusive do próprio Rubens”. Segundo ainda Geovanne: “tudo não passa de factóides criados para desviar a atenção do próprio Jarbas e do seu grupo que até agora não foi contemplado para integrar o governo municipal pela participação no pleito municipal de outubro ultimo, aliás, que definiu a eleição em favor do prefeito”. E arrematou Geovanne Vieira: “mesmo o Dr. Jarbas não tendo participado do nosso grupo, não se tem notícia de qualquer tratativa junto ao governo, de qualquer das nossas lideranças com o objetivo de apeá-lo do cargo, continuamos mantendo a nossa posição inicial” finalizou. E sobre o mesmo imbróglio Rubens Alencar que se encontra nesta capital, manifestou-se surpreso e indignado com essa campanha e resumiu assim: “ O Dr. Jarbas teve o meu apoio incondicional para dirigir o Hospital Regional, ele sabe disso. Esses boatos têm duas finalidades, primeiramente criar mais embaraços nas nossas relações além de induzi-lo a acreditar que ele permanecerá à frente do Hospital for influência do Prefeito o que não é verdade. Quem merece prestígio perante Wellington é o próprio Jarbas que votou no governador nos dois pleitos, o que não o caso do prefeito que votou contra nas duas eleições. O chefe do executivo municipal  quer demonstrar uma força que não tem porque não conquistou”. Ao final Rubens foi irônico: “como até agora o prefeito não quis atender o Dr. Jarbas com prestígio no seu governo, a não ser com a Secretaria de Saúde do Município, quer por quer mostrar prestígio, nem que seja indicando para um cargo alguém que já o ocupa”.

 

Tanto o contador Geovanne como o empresário Rubens têm suas razões nas avaliações que fizeram. No julgamento deles não há influência do prefeito Alcântara sobre ações do governador em Valença até porque ele não votou no governador e nem em seus candidatos. A bem da verdade o Dr. Jarbas está sendo confortado com o que já é dele, a direção do Hospital Eustáquio Portela. Isso aí pode ser presente de grego, algo que se recebe mas não tem serventia!

 

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