Valença do Piauí, 23 de fev, 2024

Secretária Vera Gabriel tem participação destacada em congresso nacional

Secretária de saúde de Lagoa do Sitio, Vera Gabriel
Secretária de saúde de Lagoa do Sitio, Vera Gabriel

A secretária de saúde de Lagoa do Sitio, Vera Gabriel teve uma participação destacada no XXXI Congresso Nacional de Secretários Municipais de Saúde, realizado de 06 a 08 de agosto em Brasília. Além de uma participação ativa nos debates ela conseguiu chamar a atenção dos participantes quando propôs a discussão da isonomia salarial da saúde.

A secretária afirmou que o governo federal precisa acabar com as disparidades salariais existentes na saúde como forma de valorizar os profissionais que executam a mesma função. Ela citou com exemplo o cargo de médico. “Em Lagoa do Sitio um medico efetivo ganha R$ 7 mil reais sem os descontos e o médico do programa Mais Medico com a mesma carga horária ganha R$ 10 mil reais livres. Como pode isso, se a fonte de recursos é a mesma” interrogou.

Vera Gabriel pediu ainda a consolidação do plano de cargos e salários das categorias envolvidas na saúde. “Um agente de saúde em Lagoa do Sitio ganha R$ 1.014 e um enfermeiro pelo concurso ganha R$ 900 reais. Isso precisa ser revisto pelo governo que tem que definir e pagar um piso nacional condizente com a profissão de cadê agente” alertou. Essa discussão levantada pela secretária Vera Gabriel foi acolhida e inserida na carta final do congresso como encaminhamento ao Ministério da Saúde.

Outra pauta defendida pela secretária de saúde de Lagoa do Sitio foi em relação ao Pacto Federativo que destina os percentuais gastos com a saúde pelo governo federal. Sobre o assunto, a secretária afirmou que o Brasil deu um passo para trás ao rejeitar a proposta do Saúde + 10, sugestão popular que contou com mais de três milhões de assinaturas. O projeto defendia investimentos de 10% ou mais do PIB em saúde. “Essa proposta foi rejeitada e o congresso aprovou que esses investimentos serão feitos através de emendas parlamentares o que prejudicará os municípios de pequeno porte. Dinheiro da saúde tem que entrar pela porta da saúde, ele não precisa de intermediário” finalizou.

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