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Vereadores de Valença apontam suspeitas de irregularidades em reforma de posto de saúde

15/01/2020

Os vereadores Joaquim Filho, Edilsa do Vale e Vanildo Castro, estiveram nos últimos quatro dias do mês de janeiro, fiscalizando as obras de melhorias nos posto de saúde de Valença feitas pela Prefeitura de Valença.

A fiscalização foi iniciada pelo o posto da sede da Secretaria de Saúde, onde as abras custaram R$ 215.804,77, logo em seguida deslocaram-se para o posto de saúde do Vale Verde, onde foram investidos R$ 103.038,12.

No Posto de Saúde do Ieda Lima Verde, a prefeitura gastou R$ 61.915,45, o próximo posto visitado foi do Morada Nova/Valentim, que recebeu investimentos da ordem de R$ 63.659,17. No Posto do bairro Amando Lima as obras custaram R$ 60.210,69.

Os vereadores também visitaram os postos na zona rural. No posto da Taboquinha os serviços custaram R$ 44.294,75 no Posto de saúde da Vereda Comprida os recursos destinados às obras foram de R$ 42. 576 no Posto de saúde do Buritizal, os gastos somaram 50.339,36 e na Isidoria foram gastos R$ 54.331,60.

 Os valores até o momento gastos nas obras custaram aos cofres públicos à quantia de R$ 696.170,07.

Os vereadores visitaram ainda os postos dos bairros: Lavanderia, Novo Horizonte e das comunidades: Palmeirinha, João Pires, Tabuleta, Aparecida, Oiticica e Ponta D, Agua que ainda estão em obras.

No relatório produzido no final das visitas, os vereadores Joaquim Filho, Vanildo Castro e Edilsa do Vale apontam que os recursos gastos nas reformas são incompatíveis com as obras realizadas nos postos, tendo em vista que a única intervenção efetiva que se pode perceber é a pintura dos prédios.

“Segundo os moradores de cada comunidade, não foram gasto mais do que quatro diárias de pintor em cada posto, e gastos de três ou quatros latas de tintas. O posto da Vereda Comprida foi um dos piores em estado de calamidade, onde até as Macas estavam enferrujadas e a bagunça generalizada. O Posto de Saúde do bairro Morada Nova, que funciona no bairro Valentim é uma casa alugada, pintaram a casa alugada e deixaram o posto da prefeitura sem pintar” aponta o relatório que será apresentado na próxima sessão do Legislativo e enviado como forma de denuncia ao Tribunal de Contas da União e Tribunal de Contas do Estado, assim como ao Ministério Público. A prefeita Ceiça Dias não foi localizada para responder a denuncia.

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