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Vinda de Silvio Mendes a Valença quase passa despercebida.

24/05/2010
Prefeito Marcos Vinicius, Silvio Mendes, Henrique Martins e Freitas Neto

Prefeito Marcos Vinicius, Silvio Mendes, Henrique Martins e Freitas Neto

A vinda do pré-candidato Silvio Mendes a Valença no domingo terminou frustrando algumas pessoas que queriam conhecer ou falar com o pré-candidato.

A agenda montada pela organização afastou o pré-candidato do povo e beneficiou Apenas alguns convidados. Após chegar atrasado para a missa do Divino Espírito Santos, Silvio Mendes ficou no canto da igreja Matriz, longe dos olhos do povo e dos comentários, exatamente o contrario do ex-governador Hugo Napoleão e do deputado Marcelo Castro que ficaram estrategicamente no corredor da igreja e por isso mereceram longos e valiosos elogios do padre Miguel Júnior durante os agradecimentos finais.

Após a missa Silvio Mendes participou de um churrasco em uma Fazenda próximo ao Posto da Policia Federal na BR 316 já no caminho da capital. Com esse desequilíbrio, o resultado é que a presença do pré-candidato em Valença passou despercebida de grande parte de quem foi à missa e mais ainda da população valenciana que não acompanhou o churrasco na fazenda.

“Como era a primeira vez que ele estava visitando a cidade e como todos nós sabemos que em Valença a disputa é entre o governador Wilson Martins e o senador João Vicente, o ideal era realizar essa festa no centro da cidade para o povo conhecê-lo” aconselhou um ex-vereador que pediu para não ser identificado.

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9 Comentários

  1. Silvana Moreira em 25/05/2010 às 07:37

    Eu concordo com a matéria, mesmo que não se fizesse uma festa na cidade algum ato deveria ter sido feito. Não justifica fazer um churrasco em uma fazenda distante da cidade e deixar o povo que é quem vota de fora. Talvez tenha sido o motivo de dar apenas pessoas de novo oriente, aroazes e pimenteiras Valença se contava as pessoas foi uma estratégia muito ruim.em política não se pode cometer esse tipo de erro

  2. vicente izidorio soares em 25/05/2010 às 10:30

    Apesar do ex- governador Silvio Mendes ter feito um trabalho razoável em Terezinha, não podemos esquecer que ele e um nel- liberal, que faz parte do que ar de pior na política nacional como: Artur Virgilio, Tasso, Jose Serra. Sua vitoria possibilita o retorno dos dinossauros da política piauiense, e porque não dizer valenciana. Alguns retornarão pela via direta e outros pela via familiar. Isso é ruim para o Piauí, para o Brasil, para Valença, e para Novo Oriente.
    Não posso adivinha qual vereador que vez o comentário ar respeito da vinda do pré- candidato Silvio Mendes. Mas um homem publico que faz um comentário sobre um determinado assunto e depois pede para não ser identificado, para mim é um covarde, não merece o voto do povo Valenciano.

  3. Mauricio Jones em 25/05/2010 às 10:34

    Pessima a estrategia adotada pelos que levaram o ex prefeito Silvio Mendes a Valença. Se o candidato já não tem visibilidade no interior, seus pseudos cabos eleitorais perderam uma grande oportunidade de começar a reverter o quadro em nossa combalida Valença. Lembrem-se: Se o canditado não for acessivel ao POVO, esse menosprezado POVO jamais votará nele.

  4. Kássio Gomes em 25/05/2010 às 10:40

    Sílvio Mendes já é conhecido dos piauienses pelo trabalho realizado à frente da Prefeitura de Teresina e sua vinda à Valença demonstrou o respeito e a cordialidade de um político sério e comprometido que no lugar de fazer politicagem dentro de templos religiosos preferiu ficar mesmo no canto da Igreja sem aparecer muito, pois Igreja não é lugar mesmo de se fazer política. A festa era do Divino Espírito Santo e não do Sílvio Mendes; mesmo assim ele roubou a cena quando foi lembrado pelo Padre Miguel Júnior no final da missa o que aliás rendeu aplausos calorosos. Tanto é fato que depois da missa vários candidatos, foram tirar fotos com ele. Isso não é passar despercebido. Em Valença e região é só o que se tem comentado nos últimos dias. Agora tivemos sim a presença de políticos em nossa cidade nos últimos dias que nem sequer foi noticiado, pelo menos com o entusiasmo com que Sílvio fora recepcionado pelos valencianos.

  5. Francisco José em 25/05/2010 às 12:08

    O Silvio ao invés de entrar pela porta principal da igreja entrou foi pelo lado. O candidato sem jeito. Quero saber quem é o marqueteiro dele. Com essa turma o wilsão já ganhou

  6. francisco de paula em 25/05/2010 às 14:55

    parabens dr. silvio mendes foi muito bom ouvir voce com calma e transparencia voce passou muito do que voce e um homen serio honesto e de grande competencia.

  7. miskoo em 25/05/2010 às 15:31

    Esses politicos são todos iguais, não adinta, se vc não é um apaziguado político não adianta em quem vc vai votar, no final quem vai perder é vc mesmo. Desses três que estão o DR: Silvio é o que passa mais uma confiaçazinha.

  8. Sílvio Mendes, mesmo estando em uma parte quase imperceptível da igreja, foi saudado pelo padre Miguel Júnior, e arrancou aplausos, sem precisar ir para a frente, isso é que é ser importante de verdade. O que acontece é que ninguèm fala como foi a reunião ocorrida em baixo de uma faveira na fazenda CABRITAS. Isso é que é ter cheiro de povo, não se importando se a estrutura é bonita e cara, e sim com o apelo popular, coisas que os outros não tem. E aguardem que em Valença vem surpresa por aí brevemente.

  9. vicente izidorio soares em 26/05/2010 às 08:51

    O Exército Vermelho e o fim da Segunda Guerra Mundial

    Exercito vermelho foi essencial na derrubada do nazifacismo

    A Revolução Russa, liderada por Lenine, representa para minha geração a concretização de um sonho, principalmente, para o movimento operário mundial.

    A Revolução Socialista de 1917 tirou a Rússia de um estágio semifeudal para o topo dos países líderes do mundo, avançando de forma admirável em todos os setores da atividade humana, transformou a Rússia em uma das grandes potências do mundo, rivalizando com os Estados Unidos, que após a Segunda Guerra Mundial tomou o lugar da Inglaterra na liderança do mundo capitalista.

    Em 1939, na eclosão da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética estava apenas com 22 anos do novo regime implantado pela Revolução Socialista de 1917, iniciando os primeiros passos na organização do novo sistema econômico e de governo, enfrentando internamente uma oposição financiada pelo mundo capitalista. Oposição essa atrelada aos governos colonialistas europeus, além de uma campanha midiática violenta das forças reacionárias em todo o mundo, principalmente dos EUA.

    Mesmo assim, a União Soviética avançou e como avançou, transformou-se em uma potência militar, educacional, industrial, esportiva, cultural, cresceu na área da ciência e de tecnologia tornando-se pioneiro na corrida espacial. A consolidação do socialismo na Rússia era um temor para o sistema capitalista, era uma ameaça.

    Uma prova desse avanço e das transformações ocorridas na antiga Rússia com a Revolução Socialista de 1917 foi à participação do Exército Vermelho na Segunda Guerra Mundial. Foi uma participação decisiva para a vitória contra o nazifascismo. Sem os soldados russos e a resistência heróica do povo soviético o final da guerra seria imprevisível e teria demorado mais. Mas, isto custou à vida de milhões de soviéticos.

    No mês de maio desde ano (2010) precisamente no dia 9, comemoramos os 65 anos da queda de Berlim com a chegada do Exército Vermelho na capital alemã, fato histórico enaltecido pelos líderes dos países aliados, todos eles realçaram este fato como sendo o momento crucial na derrota das forças comandadas por Hitler.

    Vitória, essa, iniciada com a resistência heróica de Stalingrado, cidade símbolo da força de um povo contra a violência de um governo imperialista que desejava conquistar o mundo impondo a sua vontade. Stalingrado é uma das batalhas mais sangrenta da Segunda Guerra, 800 mil soldados alemães são mortos e mais de 1 milhão de soviéticos, a cidade ficou arrasada com o cerco das tropas alemães durante 6 meses.

    A BBC de Londres terminava todas as noites as suas transmissões dizendo “Stalingrado resiste, Stalingrado não caiu”. Com a vitória de Stalingrado, sendo a primeira derrota do poderoso Exército Alemão e, a batalha de Kursk começou a virada das forças democráticas contra a empáfia nazista.

    O nazifacismo foi estimulado pela direita anticomunista, contando com o apoio e a simpatia das potências capitalistas e da Igreja Católica que desejavam destruir a União das Repúblicas Socialistas Soviética.

    Aos 65 anos da tomada do Reichstag, Berlim 1945, pelo Exército Vermelho e do fim da Segunda Grande Guerra Mundial, essa história começa a ser recontada.

    As potências capitalistas tentam valorizar o desembarque da Normandia como sendo o inicio do fim da Segunda Guerra Mundial, essa história necessita de uma analise correta, contando a versão verdadeira. Sabemos que a história é cheia de versões manipuladas de acordo com o interesse dos vencedores, geralmente cheia de inverdades.

    Na verdade, o Exército Vermelho comandado por Joseph Stálin foi o grande responsável pela derrota do Exército Nazista. Os comunistas se orgulham desse fato, dessa história, fato que representou um grande sacrifício para o povo soviético, não só do ponto de vista humano, 25 milhões de mortos, mas, também, do ponto de vista material, a Rússia foi o país que mais sofreu com a destruição das suas cidades e, após o conflito não recebeu ajuda de ninguém para sua reconstrução.

    Nos anos 90 do século passado, o sistema socialista do leste europeu entrou em colapso em conseqüência da guerra fria, da intensa propaganda anticomunista e do “fascínio” do consumismo capitalista. As conquistas da classe trabalhadora foram de água abaixo, resultando na maior crise já vivenciada pelos partidos comunistas em todo mundo. A década de 90 é considerada pelos comunistas como a década perdida.

    Hoje, com o passar do tempo, com a crise do neoliberalismo e as crises cíclicas do capitalismo, a esquerda se recupera, o socialismo volta a ser a esperança de um novo mundo. A China, o Vietnã, a Coreia do Norte e Cuba resistem, surge na America Latina à nova esquerda, que não renega o seu passado e busca a construção do novo socialismo baseado nos princípios inseparáveis de socialismo e democracia.

    Durante algum tempo a vitória salvadora do Exército Vermelho contra o nazifacismo foi esquecida, Stalin, herói desta vitória, foi transformado em vilão.

    Mas, como dizia Bertoldo Brecht, “a verdade é filha do tempo e não da autoridade”. No dia 9 de maio de 2010, nas comemorações dos 65 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, a verdade começa a ser revivida, o Exercito Vermelho é lembrado como o grande vitorioso na defesa da democracia, na luta contra o nazismo.

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