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Valença de luto. Veja

11/10/2011

A sociedade valenciana começou essa semana lamentando as mortes das senhoras Rita Francisca (mãe da ex-vereadora Ana Ribalta), Zuila Viana (mãe do Zanildo BB) e Mundinha (mãe da Maura e Aderbal) os velórios e sepultamentos aconteceram nesta segunda-feira (10).

Amigos e familiares e a sociedade de um modo geral lamentam as perdas, uma vez, que são mulheres que dentro de suas atividades contribuíram com a nossa cidade.

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2 Comentários

  1. Kátia Veras Gomes em 11/10/2011 às 09:15

    Meus Pêsames as familias.

    “Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz.
    A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.
    Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
    Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
    Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada “meus pêsames” parece pesar.
    Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: “te amo”; “preciso de você”, “estou sempre aqui”, “me preocupo”, e como se não bastasse vem à frase mais forte “a culpa foi minha”.
    Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância.
    E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
    Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
    E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
    Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.
    Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
    Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.”

    • Jota Junior em 11/10/2011 às 14:32

      A sociedade perde grande pessoas, que de uma forma ou de outra colaboram, com esta cidade.
      As familias dirigo meus pesames.

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